quinta-feira, 20 de junho de 2013

Brasil estilhaçado


Brasil estilhaçado


O momento atual do país é muito delicado, passeatas, protesto, vandalismo, repreensão social, Governo de mãos atadas, sem saber o que fazer, pois não quer contrariar o eleitorado, já que as eleições já estão aí, na marca da penalidade máxima.

Ocorre que, o movimento é direcionado, acredite quem quiser. Como ocorrera lá nos anos 90, quando o Presidente Collor, fora expurgado do Poder, hoje os motivos são outros, não os aparentes. Só para ressaltar, é muita inocência acreditar que Collor caiu por causa do que estava fazendo no poder, caiu sim, porque enfrentou a Globo, porque congelou o dinheiro nos bancos prejudicando marajás nacionais.

O protesto contemporâneo, iniciou-se sob o pálio de que a tarifa do “busão” não deveria aumentar. Os vinte centavos iria pesar no bolso do trabalhador. O que não é de toda verdade, já que o desconto de 6% permaneceria o mesmo, o empregador iria arcar com a diferença. Prejudicados maiores seriam os desempregados e autônomos. Mas, tudo bem, vamos acreditar nisso.

Hoje, a tarifa fora reduzida. Parabéns aos manifestantes.
Mas o governo municipal, já sinalizou de que irá aumentar a taxação da gasolina diretamente na bomba, ou seja, o imposto sobre o combustível irá aumentar.
Ou seja, querem a Municipalização da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), ou seja, todos os motoristas irão arcar com os valores retirados das tarifas.
O governo também sinalizou que não irá cumprir com todo o planejamento de investimento para tempos próximos.
Ou seja, é a política do toma lá, da cá. NADA MUDOU. Não se animem, se reduziram de um lado, irão aumentar de outro.

Ou seja, continuaremos a suportar o desvio de verba pública por políticos, arcando com um socialismo barato para pessoas que não querem outra coisa a não ser receber bolsa família para comprar a “TV de prasma” doutor. É assim, trabalho quase 5 meses em um ano para dar dinheiro ao governo. DEVIDAMENTE DESCONTADO DO MEU CONTRACHEQUE, para arcar com as lambanças governamentais. Não é isso que quero.

Ou seja, políticos continuarão com dinheiro na cueca, em paraísos fiscais, o caixa 2 continuará a existir e políticos condenados continuarão sendo reeleitos.

Então, o manifesto irá ou não continuar?

Pelo o que estão pregando, deverá continuar. Será?

Qual é o objetivo disso tudo?

Mudar o país?


O que posso dizer é que, provavelmente, pouca coisa irá mudar, a não ser os líderes do Movimento Passe Livre que irão se candidatar, serão eleitos e não farão coisa alguma pelo povo. É assim. Será, porque sempre foi.

Então vamos lá, quero ver nas próximas eleições.

Para não dizerem que sou partidário de posição A ou B, vou dar um exemplo atual do que estou falando.

Sou contra a PEC 37, por motivos óbvios, sou um profissional desenvolvido no Ministério Público, Federal e Estadual de SP. Sou cria do MP, como dizem amigos próximos.

Sou contra a PEC 37, ratifico. Muitas pessoas também estão contra a PEC. Mas, não sabem o motivo. Pergunto para um, para outro e não sabem responder, é meio que “sou contra porque sou”. Isso é errado. Não me importo se concordam comigo ou não, porque não sou dono da razão e nem quero ser, mas tem que ter lastro, tem que ter fundamentação.

E no país do futebol, tudo é uma grande festa, onde os fins justificam os meios, sem qualquer lastro.

Não duvido que, muitos que são contrários a PEC 37, não sabe nem mesmo o significado da sigla PEC. Que é uma Proposta de Emenda à Constituição.

Podem conferir, defendem e não sabem nem o significado. Lamentável.

O povo precisa ter lastro, precisa fundamentar-se em situações concretas. Isso é importante.

Por outro lado, estou plenamente satisfeito com a empolgação e dedicação de grande parte da população, que está tentando recuperar a voz que já teve em outrora. E que hoje não tem mais, pois vivemos em uma ditadura mascarada sem fim.

O Brasil não é um teto de vidro, mas os próprios estilhaços. O que precisa ser analisado e levado em conta, é que o Brasil não precisa de quebradeira, de vandalismo, de crimes praticados com o apoio de “manifestantes”, o país precisa ser reconstruído, precisa ter seus cacos juntados e colados novamente, pois assim e somente assim, poderemos ter uma vida digna.

domingo, 16 de junho de 2013

Champinha e o Direito Penal do Inimigo

Muito se questiona sobre a violência no país. O liberalismo que parece desenfreado, a "Lex Matter" que parece ser altamente protetiva, o desenvolvimento sócio-econômico da população, a complexidade da vida em sociedade, tudo isso colabora para o sentimento de insegurança na população.

Meu mestre Guilherme de Souza Nucci certa vez me disse: "Dr. a grande preocupação não deve ser com o liberalismo, garantismo, etc. Mas com o sentimento gerado na população, quanto mais liberal o Estado, maior o sentimento de insegurança e impunidade. A população está retornando à justiça privada".
Realmente essa lição não pode ser esquecida.
Mas, algo há de ressaltar os olhos. O Direito Penal, "ultima ratio" deve ser aplicado com razoabilidade, mas sem esquecer que o Direito deve ser Penal e não Premial, como leciona Antônio Carlos da Ponte.
Então, o Direito Penal Germânico, encontra-se na doutrina do Funcionalismo, na qual, se de um lado há o "liberalismo" e "garantismo" de Klaus Roxin, dentre nós defendido por Luis Flávio Gomes, de outro há Gunther Jakobs". E neste último doutrinador, podemos encontrar o que chamamos de Direito Penal do Inimigo.
O Direito Penal do Inimigo é aquele que determina que todo aquele que quebra um contrato social de convívio estabelecido entre a sociedade e o cidadão em si, deve ser tratado como INIMIGO e, por corolário, deverá ter suas Garantias Individuais afastadas para que o rigor da Lei lhe seja imposto.
Ou seja, o Estado deverá agir com rigor, para estabelecer a Ordem Social, dar efeito intimidador à sociedade em virtude da quebra do contrato social e punir exemplarmente aquele que o quebrou.

Claro que não já como esgotar a matéria no espaço destinado à esses devaneios, mas um intrólito se fez necessário.
E o que isso tudo tem de relevante no Brasil, já que para a grande maioria da doutrina e da jurisprudência, o Funcionalismo não se aplica, por incompatível?
Ocorre que já temos um caso, no qual se aplica o Funcionalismo e o Direito Penal do Inimigo, o caso Champinha. Que, realmente, é um criminoso de alta periculosidade, mas temos inúmeros meliantes muito piores do que ele.
Se ele é estuprador, há estupradores em série. Se duvida, façam uma visita ao Ministério Público do Fórum Criminal Ministro Mário Guimarães.
Retornando, Champinha foi "preso" quando menor de idade (aprendido é o termo correto) por ter praticado homicídio e estupros em concurso de crimes e de agentes, etc.
 A gravidade da sua conduta é patente. Mas, ocorre que a Lei 9.069, determina que o menor, no máximo, só ficará apreendido até os 21 anos. Isso em um caso extremo.
Ocorre que, quando chegou o momento de colocá-lo novamente no seio social, o Estado conseguiu arrumar um modo de mantê-lo sobre a custódia estatal, a declaração de interdição civil. Sim, o rapaz foi interditado civilmente, mas, a interdição civil não determina a mantença do interditado fora do seio social.
Vejam bem, uma questão CIVIL, praticamente manteve uma ação PENAL. E, quem é da área, sabe que as instâncias não se confundem.
Desse modo, podemos perceber, porque cristalino, que o Estado afastou determinação legal e Garantias Individuais do Champinha para mantê-lo encarceirado. Isso nada mais é do que o Direito Penal do Inimigo sendo aplicado. Mormente após a reforma do Direito Penal ocorrida em 1.984 e da Constituição Federal de 1.988. Pois, a Culpabilidade por Condução de Vida de Mezger, já não encontra espaço no Direito Penal moderno.
Então me parece que o primeiro passo foi dado. Se certo ou errado (e no caso, por enquanto está errado) só o tempo irá dizer.

Aurelio Mendes - @amon78

sábado, 27 de outubro de 2012

Dia de eleição

Olá caros amigos, chegou mais um dia de eleição, o que para muitos, é um "saco". Mas, é uma data importante, pois é nela que exercemos nosso verdadeiro Direito de Cidadania, optando quem irá nos representar, no caso, na Prefeitura.
Então, o melhor que se tem a fazer, é pensar muito, mas muito mesmo, para que nossa opção esteja de acordo com nossa consciência, de modo que amanhã seja possível olhar para trás e dizer, votei consciente, no momento era a melhor opção, o que poderá se concretizar ou não.

Mas, dessa forma, ainda que nos dêem motivos para nos arrepender, que nossa consciência fique tranquila e que seja possível colocarmos a cabeça no travesseiro e dizer para nós mesmos: Fiz consciente, se errei ou não, só o tempo irá dizer.

Então amigos, independentemente do candidato e da cidade na qual irão votar, o façam com muita reflexão, com lastro no voto, com uma justificativa intelectual e, porque não, emocional, não apenas com um ou com outro, com ambos.

Depois de amanhã, só nos restará observar e analisar se a escolha foi correta ou não.
Com esse raciocínio, a cada nova eleição, nosso Direito de Cidadão estará mais consolidado em um Estado Democrático e Social de Direito.
Saudações
Aurelio Mendes - @amon78

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

A importância do SEU voto

Nesse fim de semana teremos eleições municipais, o que para muitos é um tormento, para outros uma oportunidade.
Mas, temos que ter em mente a importância de nosso voto, pois iremos escolher candidatos para nos representar em assuntos Municipais pelos próximos 4 anos, e tudo o que eles fizerem, será decorrente de nosso voto.
Sabe-se que o termo "candidato" vem da Grécia antiga e faz menção àquele que é limpo, cândido, ou seja, de alma "branca", acima de qualquer suspeita e mácula.
Infelizmente o termo se perdeu no tempo, a corrupção rola solta e nossa vida política parece não ter solução. Porém é hora de começarmos a semear sementes para que bons frutos sejam colhidos.
O voto é um dos instrumentos necessários para o exercício da cidadania (sim, você só é cidadão se possuir um título de eleitor) e do Estado Democrático de Direito, e como tal, devemos refletir seriamente sobre nossas opções, precisamos dar a nós mesmos oportunidade de melhorar o Brasil, que é rico em recursos, mas pobre em desenvolvimento.
Pense, reflita, em si mesmo, no que quer para si e também no bem social, que não é menos importante, isso significa dizer que precisamos escolher nossos candidatos não só por motivos egoísticos, mas sociais. Não se deixem levar por candidatos vinculados à uma ou outra área da sociedade, tais como jogadores de futebol, artistas de televisão, mulheres bonitas, ou algum outro profissional de outra área, pois precisamos analisar todo e qualquer candidato por seu conteúdo político. Ou seja, se quiser votar em jogador "A", que o faça pelos motivos políticos, corretos e idôneos, não pelos gols que ele fez por determinado time.
Política é coisa séria, e como tal, precisa ser levada. Não se pode cobrar de um ou outro candidato, se nossos votos não foram corretos e coerentes.
Então se você ainda não tem candidato, procure na internet os nomes daqueles que lhe despertam interesse, façam uma busca e procure saber o que fez, o que deixou de fazer, suas opiniões, aflições e coligações, pois só assim pode-se dar um voto honesto e compatível com o Estado Social e Democrático de Direito, no qual vivemos.
Aurelio Mendes - @amon78

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Visão Jurídica - Voto Secreto


Olá caros amigos leitores Soberanos, em mais um "Visão Jurídica", iremos hoje destacar a importância do voto secreto. 
O tema surgiu na edição de ontem do programa "Estádio 97", na Energia 97, de modo que um dirigente do Palmeiras defendeu abertamente o voto secreto para a alteração do modo de eleição daquele clube, para "diretas".
Ocorre que defender o voto aberto, nem sempre é algo de excelência, na verdade afronta o Estado Democrático de Direito. Se o "eleitor" (denominaremos assim, aquele que irá proferir seu voto), quiser "abrir" seu voto, que não haja nada contra, porém o voto secreto deve ser um direito seu.
O voto secreto é o direito que o eleitor tem de votar, em toda e qualquer eleição, em segredo, sem que terceiros tomem conhecimento do voto, a menos que o eleitor entenda por bem, revelá-lo.
No Brasil, o voto secreto foi implantado pelo Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, posteriormente Minas Gerais fez uma experiência em 1.929, em uma votação para vereador, sendo - o voto secreto - institucionalizado pelo Código Eleitoral pátrio em 1.932.
A principal justificativa para o voto secreto é garantir que o eleitor, expresse sua real vontade no pleito, dificultando - para não dizer impossibilitando- a compra de votos, e corroborando a Democracia.
Isso, é consequência dos abusos que ocorrem com o voto aberto, quando os "coronéis" controlavam os votos do povo, impondo o terror e medo, através da adoção de represálias, ou seja, antes vigia o Voto de cabresto. 
Antes de 1.934, o eleitor era sempre acompanhado na hora da votação pelo jagunço, que iria "testemunhar" o sentido do voto.
Muitos se enganam ao pensar que Monteiro Lobato era "apenas" escritor de literatura infantil, ele foi um grande ativista das liberdades civis e defensor do voto secreto.
O voto aberto sempre teve a "simpatia" na Rússia de Stálin, na Alemanha de Hitler e na ditadura militar brasileira.
O voto secreto tem, historicamente, garantido as vitórias populares dos regimes fascistas, nazistas, ou seja, totalitários.
Hoje em dia, é sabido que o voto secreto é um Direito Constitucional, uma Garantia do cidadão, que irá exercer seu voto de modo livre, sem intervenções, o que nos garante o Estado Democrático de Direito, com todos seus sustentáculos e alicerces.
Aurelio Mendes - @amon78

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Visão Jurídica - Lesão "incurável"


Olá caros amigos leitores Soberanos, ao som de "I heard it throught the grapevine", me veio a necessidade de escrever sobre o que Laor teria dito sobre Ganso: "Ele tem uma lesão incurável".
Tal afirmação é um verdadeiro tiro no pé do representante Santista, pois nosso Ordenamento Jurídico atual é pautado pelo que chamamos de Boa Fé Objetiva, ou seja, para fazer qualquer tipo de negociação, o sujeito deve adotar todas as medidas necessárias para atender expectativas geradas na parte contrária, de acordo com os princípios de confiança e honestidade.
Dessa forma, se em algum momento Laor, cônscio da lesão "incurável", deveria ter avisado o SPFC sobre tal, antes da finalização do contrato.  Se não o fez, sabendo, agiu plenamente de má-fé, o que não é lícito em nosso ordenamento jurídico.
Então me parece que, confirmando a situação, o SPFC terá direito de desfazer o negócio ( o que não é o caso) ou pedir uma indenização ou abatimento no valor pago.
Veja-se, não se trata de afirmar que Ganso é uma mera mercadoria, mas os valores basilares do Ordenamento Jurídico, devem ser aplicados também no Direito Desportivo e nas negociações de atletas.
Sendo assim, "an passant", me parece que Laor falou demais, se foi para provocar os São Paulinos, não logrou êxito, se foi para contar certa vantagem na negociação, podemos dizer que a "vaca foi para o brejo" ou no caso de Santos, foi para o Porto.
Saudações Soberanas
Aurelio Mendes - @amon78

terça-feira, 4 de setembro de 2012

A mulher brasileira é mais do que isso

Olá caros amigos leitores, realmente a situação da mulher brasileira está cada vez mais vulgarizada, o que a meu modo de entender é um erro.
Semanas atrás a revista Época publicou uma reportagem sobre as denominadas Piriguetes, mulheres que se vestem com peças minúsculas  e que vão para baladas por, no mínimo, 4 vezes por semana, atrás de diversão e de "um camaro amarelo".
Na mesma reportagem, consta que as Piriguetes vão para baladas que estão em alta e só querem ficar nas áreas vips, pois "não querem se misturar com o povo lá de baixo".
Como tudo ainda pode piorar, a revista, entrevistados e artistas (cita-se como exemplo Débora Seco) elogiam esse tipo de perfil, afirmando que são exemplos a serem seguidos, que são uma espécie de orgulho.
Oras, é uma inversão de valores mesmo. Penso comigo se visse uma familiar, naqueles trajes minúsculos iria ficar plenamente desconfortado.
Afirmar que uma mulher que vai para a balada a procura de "diversão" e de "um camaro amarelo" é exemplo, é situar-se na área mais pobre do caráter humano.
Ademais, quem as Piriguetes acham que são para não quererem "se misturar com o povo lá de baixo"? O que elas têm de melhor do que as mulheres ditas "comuns"?
Na verdade, as outras mulheres que deveriam não "querer se misturar", pois ignorância é letal, e é contagiosa.
Depois, pessoas como  Débora Seco, revistas como a Época irão manisfestarem-se contra qualquer afirmação que estrangeiros façam e que tornem a mulher a uma limitação de "bundas e peitos". Mas não é exatamente isso que eles estão pregando no momento?
Como se não bastasse, uma das exemplares "Ex-Panicats" teve a pachorra de fazer a seguinte afirmação:

"Nós, brasileiras, fazemos sucesso, pelo corpo, ginga, sensualidade... Falar ou não falar é irrelevante..." (Fonte: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/famosos/2012/09/03/308047-eleita-o-melhor-bumbum-de-2012-aryane-steinkopf-diz-em-certos-momentos-e-melhor-ficar-calada-do-que-falar-besteira#11)

Eu pergunto: Como assim? A mulher falar é irrelevante? Como assim? "Nós brasileiras, fazemos sucesso, pelo corpo, ginga, sensualidade...?".
Será mesmo que a mulher brasileira é apenas corpo, gingado e sensualidade?
Isso é um absurdo.
Para mim, a mulher brasileira tem que ser aquela com um sorriso no rosto, uma roupa decente, que batalhe a cada dia para subir um degrau por vez, que estuda, que trabalha fora, que luta por seus direitos e sabe muito bem quais seus deveres e que não se escondem atrás de uma hora diária de academia apenas para ter um "gingado exemplar" e tentar viver a vida, digamos, de modo mais fácil, em busca de sucesso e fama, por ter um único dom: Seu corpo malhado.
Reduzir a mulher brasileira à isso é lamentável. É ser pobre de espírito. É deixar valores humanos de lado para igualar-se ao verdadeiro "Homem Primata".
Parece que em mais de 2.000 anos (contando apenas o período pós Cristo) as pessoas estão regredindo, limitando-se a viver intensamente atrás de uma bunda.
Uma pena que já mulheres que se prestem a esse tipo de situação.

Aurelio Mendes - @amon78